domingo, 13 de novembro de 2011

Cordel

Três meninas e três bairros

Vou te contar uma estória
de três bairros e três meninas,
Cada um com sua história,
cada uma com sua vida

Quando entramos na UFAL,
 nós não nos conhecíamos,
Cada uma em um bairro,
Todas nós vivíamos.

Com o passar do tempo
Clima Bom, Canaã e Barro Duro
Foram se conhecendo
E mudaram três futuros

Uma baixinha arengueira
No Barro Duro fez sua morada
Descobrindo tanta beleza
 no seu bairro ela pisava

Esse Barro Duro de duro não tem nada
Quando chove, mole logo fica
Molhando o pé de todos
Que ali habita

Mata, barro vermelho e ladeira bem comprida
E as pessoas que transitavam
Nem passavam e nem dormiam
Porque a chuva alagava
E o meio da ladeira interditava

E essa menina era bem pequenininha
De nada lembra das histórias da mãinha
E agora já crescida está levando a vida

Canaã com sua ginga
Vai tomando seu espaço
 Mas quem disse que esse bairro
Não conhece seu passado?

Um bordel luxuoso
Ali se instalava
No entanto com preconceito
Nos anos 80 ele acabara

Hoje gente hospitaleira
Por ali habita
A menina bagunceira, tímida e amiga
Mora anos nesse bairro
Desde pequenina

Lá no Clima Bom
Terra de gente animada
Há muito tempo atrás
Não havia casa

Só mato existia ali
Depois de muita paciência
Lotearam as terras
E surgiram as residências

São conjuntos do Clima Bom
Rosane Collor  e Taxista
Fernão Velho e Tabuleiro
Com o Clima Bom fazem divisa

Gente humilde ali vivia
Até que uma garotinha
Lá de Bebedouro
Chegou para fazer companhia
E desde os quatro anos
Vive ali com alegria

Tudo acontece de repente
Na vida das meninas
E a amizade que elas tem
Continua dia-a-dia

sábado, 12 de novembro de 2011

Mandela - A luta pela liberdade


Muito se conhece a respeito da história de Nelson Mandela, advogado e um dos maiores líderes do movimento antiapartheid, na África do Sul – por causa da luta, Mandela ficou preso por 27 anos, até ser libertado e, posteriormente, ser eleito o primeiro presidente da história do país em uma eleição totalmente democrática.





O filme “Mandela – A luta pela liberdade” apresenta a batalha do líder africano na perspectiva do olhar de um homem, cuja vida passou por grandes modificações.
Tem como contexto histórico o Apartheid na África do Sul, nos anos 1070. Tendo como um dos atores principal Joseph Fiennes, interpretando James Gregory um típico branco sul-africano, que enxerga os negros como seres inferioreS, assim como a maioria da população branca que ali residia.
Gregory foi criado em uma fazenda, no interior africano, e tendo muitos contatos com as tribos, aprendeu o dialeto Xhosa. Por isso foi o candidato perfeito para ser o censor da área em que se encontravam presos Nelson Mandela (Dennis Haysbert), entre outros líderes do Congresso Nacional Africano (CNA), partido que lutava contra o Apartheid.
Exatamente por isso, Gregory não é um carcereiro comum: atua, na verdade, como espião do governo com a missão de repassar informações do grupo de Nelson Mandela (Dennis Haysbert) para o serviço de inteligência. Tendo como uma das funções vigiar as visitas e as correspondecias dos líderes do CNA e de Mandela  fazem com que o carcereiro olhe a causa pela qual eles lutavam por uma nova ótica.
 Um filme bem interessante que retrata uma história por outra perspectiva. Vale a pena conferir!

Assista o Trailler

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Catalogação Objeto Histórico










O objeto histórico catalogado está presente na família há 30 anos. F
O radio cassete foi adquirido no início do relacionamento dos meus pais entre 1975 a 1980. Hoje este artefato não tem nenhuma utilização, pois ele não funciona mais.
Produzido pela empresa Sanyo, o aparelho possui alta tecnologia para a época. O som tem entrada para fones de ouvidos, tocador de fitas k-7 e rádio,
Hoje ele embala algumas histórias e romances sendo compartilhadas por meus pais algumas canções que embalaram a vida dos dois.
Até minha infância o som funcionava, porém o desgaste do tempo  e corrosão impossibilita uma utilização ou funcionalidade maior do aparelho.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Museu Virtual de Brasília

 No Museu Virtual de BrasíliaPodemos conhecer Brasília por esse site. Com a missão de resgatar a história, resgatar o conceito, a imagem. Esta ferramenta promove a divulgação dos atrativos tanto da arquitetura, como os naturais e históricos na internet. O principal motivo do site é socializar conceitos da museologia e do turismo contribuindo com a promoção da cidade e despertar o interesse daqueles que ainda não conhecem a capital federal (que é meu caso! rsrs).

Página Inicial do Museu


Brasília é apresentada numa galeria a céu aberto, com construções do arquiteto Oscar Niemeyer, o museu registra um pouco dos 51 anos de história do Distrito Federal. Com informações sobre a cidade, arte, cultura e turismo, há uma  série de vídeos que  registra o depoimento de alguns dos chamados “candangos”, os primeiros migrantes a se mudar para o Planalto Central e a ajudar a construir a cidade. Também é possível fazer um tour virtual por conhecidos pontos turísticos da capital, como o Congresso Nacional, a Catedral e o Lago Paranoá visto a partir da Ponte JK.

 Sarah de Santana Silva




quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ENEPE!

O ENEPE! 29° Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia
Quem estava lá viu!
Numa primeira viagem dizíamos umas as outras: “NOSSA! NOSSO PRIMEIRO CONGRESSO!”
Jurávamos ser um CONGRESSO aonde as pessoas iriam com o intuito de estudar, compartilhar conhecimentos.
Desde a ida foi complicado, o transporte não estava certo, a incerteza rodeava nossa mente. Tínhamos nos preparados de 19 a 25 de julho de 2009 estaríamos em um evento nacional em outro estado.
Ao chegarmos percebemos q a Universidade de Pernambuco não havia permitido o evento. Todos os participantes iriam dormir na quadra! Tentamos “ocupar” uma sala de aula, mas o medo de ser excluída impossibilitou a resistência.
Fomos todas dormir na quadra, morrendo de medo! Várias barracas invadiram a quadra, pois chovia e o local onde nós iríamos dormir era coberto. Muitos movimentos estranhos permeavam aqueles locais rs.
Ao entrar em contato com os pais afirmávamos estar tudo bem, no entanto o banheiro era coletivo (as pessoas tomavam banho uma olhando para as outras) a comida horrível (nem tanto!) e nenhum respeito ao nosso sono!
Na primeira noite o relógio já indicava 2hs da madrugada; eu com sono insistia que alguma das meninas desligassem a lâmpada. Como percebi que ninguém iria decidir ir, ao desligar o disjuntor geral vem algumas pessoas a minha frente perguntando se tinha sido eu a desligar a luz. Com muito medo respondi: Não! Imagina, eu?! Desligar a luz?! Nunca!!
Nos dias seguintes conseguimos sobreviver, todas as noites eu desligava a luz, agora anunciando uma contagem regressiva para desligá-la.
Nunca voltei tão ansiosa para casa, aquela viagem não deixou um pouco de saudade! Kkkkkkk
Essa experiência foi partilhada com Thayanne Araújo, Carla Gillyane, Camila Ferreira, Kryslane dos Santos, Rebecca Thamyres e Mayara Cordeiro.
Hoje podemos dizer: NÓS SOBREVIVEMOS!

Conhecendo o Campi da UFPE


Visitando o Shopping

Passeando na UFPE

Flashes

Voltando pra casa - felicidade extrema!

Conhecendo o Zoológico Dois Irmãos

Postado por: Sarah de Santana

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

História da minha rua

"Quando o futuro vira passado, é fácil ver o que tinha que ser feito."
( Autor Desconhecido






Contar a história da rua não é um trabalho fácil, porém com a  ajuda de alguns moradores foi possível contar essa história!


            Inicialmente, o bairro do Canaã era considerado um campo de desova de corpos, pois não havia habitação em sua extensão territorial, sendo ocupado por matagais e árvores. O bairro foi reconhecido por meio da lei municipal 4953 em 06 de janeiro de 2000.
            Conhecido como Mossoró, o dono do famoso bordel, que levava seu nome, era reconhecido como boêmio, rico e sedutor. Outra característica considerável era sua esperteza e ignorância, sua esperteza era associada ao dinheiro, todas as circunstâncias que eram necessárias negociar ele sempre saia em vantagem, já quando eram tratados assuntos triviais ele não entendia passando por momentos constrangedores, principalmente quando estava tendo atendimento médico. Por isso há várias piadas que circulam entre os moradores sobre algumas ocorrências nas quais ele viveu.
O bordel está desativado, no entanto a uma história na qual as meninas que querem preservar a reputação devem evitar andar por ali, já que hoje moram antigas prostitutas juntamente com suas famílias. Peculiarmente há dois motéis na mesma rua, enfrente um do outro.


Curiosamente os nomes das ruas do bairro são de municípios da cidade alagoana, como Piaçabuçu, Satuba, Camaragibe, Taquarana, Jundiaí, Coruripe, Jequiá, Água Branca, Pão de Açúcar, Maragogi, Quebrangulo, Traipu, Belo Monte, Porto Calvo, Anadia. Como o bairro está em constante crescimento das ruas mais recentes são nomeadas de travessas. Há algumas vilas que tem alguns nomes significativos como Vila da Miséria (o nome vem das casas e moradores muito pobres) e Vila do Carminho (em homenagem a um agiota que morava na vila)
A rua na qual resido, Anadia, homenageia o município que está situado no leste alagoano, há 94 quilômetros da Capital. O município tinha por nome inicial Campos do Arrozal de Inhauns, quando em 1801 foi considerada vila, sendo chamada de Vila Nova de São João de Anadia, em homenagem ao Visconde de Anadia, ministro português que autorizou a criação da vila. A freguesia foi instalada em 1802.
Por meio das conversas com os moradores não houve nenhum esclarecimento sobre as nomenclaturas das ruas serem municípios alagoanos, uma moradora afirmou que não tinha percebido esta relação, no entanto ela mora a 25 anos no local.
Hoje o bairro está localizado entre o cemitério Parque das Flores, o maior cemitério privado do município, e o condomínio residencial Jardim do Horto, por trás do bairro está o condomínio de luxo Aldebaran. Desta forma grande parte dos moradores são empregados domésticos que trabalham no Jardim do Horto e Aldebaran, tendo agora um percentual considerável que são coveiros no cemitério. O bairro está bem desenvolvido possui vários mercadinhos, salões de beleza, igrejas, escolas e fábricas.
Nas festividades do fim do ano, os moradores apreciam a queimadas de fogos dos bairros adjacentes.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Escolhas

"Podemos tentar evitar de fazer escolhas através de não fazermos nada, mas mesmo isso é uma decisão." (Gary Collins)


Nenhuma escolha é fácil, principalmente de que carreira profissional seguir.
Enquanto estava cursando o ensino médio (2005-2007) não imagina qual carreira seguir. Achei sempre um assunto que poderia ser adiado.
Porém ao 18 anos, em dezembro de 2007, fui fazer a inscrição da matrícula para o vestibular, ao sair de casa meus pais me perguntam o que eu vou escolher,simplesmente respondo que& não sei, mas na volta teria uma resposta.
Ao chegar no cursinho (IBC), Cristina, então coordenadora do curso me chama, e diz que naquele dia seria o ultimo para fazer as inscrições. Vou a secretaria peço algumas folhas e um caderno onde tinha os cursos da UFAL, acrescentei todos dos quais gostava psicologia, pedagogia, ciências biológicas, administração, arquitetura... praticamente todos.
Peguei um copo descartável e coloquei todos os papéis. O que saísse 3 vezes seria o curso que faria.
Saiu na sequência: Psicologia, Administração, Pedagogia, Psicologia - neste momento paro, e me pergunto se queria ficar em um consultório atendendo dezenas de pessoas por dia?
Logo após sai - pedagogia, e pedagogia.
Ali percebi, farei PEDAGOGIA.
Fui a Sala, falei que iria fazer pedagogia.
Ela automaticamente olha pra mim e indaga?
TEM CERTEZA? SUA PONTUAÇÃO É TÃO BOA! TENTE OUTRO CURSO! Mas como sempre, tenho manias de fazer contratos comigo, esse eu não iria quebrar. Ao chegar em casa dou essa notícia ao meus pais. Eles não aceitaram muito bem.... era de se esperar.

E foi por meio de um sorteio que escolhi minha carreira profissional. Estranho não?!